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    PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

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    PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

    Mensagem  Convidad em Sab Ago 27, 2011 1:00 pm


    Amigos,
    Muito interessante o q vai abaixo; leiam com atenção. Se essas informações correspondem, verdadeiramente, a comprovações científicas, coisas q muitos não conseguem explicar, ou das quais duvidam ou q as interpretam de modo diferente, podem ser compreendidas. Agora, podemos melhor compreender aquilo q já dizíamos antes: que somos o q somos porq a vida, os fenômenos, influências de todas as espécies q são exercidas sobre nós, nos modelam no dia a dia, de instante a instante. Podemos repetir o q sempre colocamos: não somos os construtores de nosso destino; as inumeráveis experiências e influências da vida, são elas q nos fazem ser o q somos.

    O amigo q enviou o texto, comentou:
    “A ciência só agora começa a descobrir o que a Huna (?) já ensinava há mais de cinco mil anos... Agora fica mais fácil entender a prática da Huna e seus efeitos”.

    Texto:

    “Como diz a física quântica, o que existe no mundo são processos de relação e não aquele mundo material e externo ao observador em que se acreditava, segundo a física clássica. Veja a notícia:

    “O DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências vibratórias. O DNA humano é uma Internet biológica e superior, em muitos aspectos, à artificial. A mais recente pesquisa científica russa, direta ou indiretamente, explica fenômenos como a clarividência, a intuição espontânea, cura a distância, auto-cura, as técnicas de afirmação, a aura em torno de pessoas, influência da mente sobre padrões físicos (por ex: climáticos) e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina nas quais o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências sem remover ou substituir um único gene.

    Apenas 10% do nosso DNA são usados para construir proteínas. São esses 10% q interessam às pesquisas da ciência ocidental e estão sendo examinados e categorizados. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”. Os investigadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não é estúpida, juntaram linguistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% de “DNA lixo”. Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! Segundo eles, nosso DNA não é apenas responsável pela construção do nosso corpo, mas também pelo armazenamento de informções. Os linguistas russos compreenderam que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis, seguem as mesmas regras que todas as nossas linguagens humanas. Para este fim, compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para formar frases e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática.

    Descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e realmente estabelecem regras, como as das nossas linguagens. Assim, aparentemente, as linguagens humanas não surgiram aleatoriamente, mas são reflexo do nosso DNA inerente.

    O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr Garjajev e seus colegas exploraram também o comportamento vibracional do DNA. Assim, conseguiram, modular determinados padrões de frequência sobre um raio laser e, com isso, influenciaram a frequência do DNA e, desse modo, a própria informação genética. Desde que a estrutura básica dos pares alcalinos do DNA e da linguagem são iguais, nenhuma decodificação do DNA é necessária.

    Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! A substância viva (DNA no tecido vivo, não in vitro), sempre reagirá aos raios laser modulados na linguagem e até às ondas do rádio, se as freqüências apropriadas estiverem sendo usadas.

    Isso explica, finalmente e cientificamente, por que as afirmações, o treinamento autógeno, hipnose e similares podem ter efeitos tão fortes nos humanos e seus corpos. É perfeitamente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem e a vibrações. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes simples das fibras do DNA e os inserem em outra parte, os russos trabalharam entusiasticamente nos artifícios que podem influenciar o metabolismo celular através das adequadas frequências moduladas de rádio e luz e assim reparar defeitos genéticos.

    O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que, com este método, cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, pode ser reparados. Eles capturaram padrões de informação de um DNA particular e os transmitiram para outro, reprogramando assim as células para outro genoma.
    Assim, transformaram, com êxito, por exemplo, embriões de rã em embriões de salamandra, simplesmente ao transmitirem os padrões de informação do DNA! Desta forma, toda a informação foi transmitida sem quaisquer dos efeitos secundários ou desarmonias encontrados quando se extrai e se reintroduz genes simples do DNA. Isto representa, para o mundo, uma revolução sensacional! Tudo isto pela simples aplicação da vibração e da linguagem, em vez do procedimento de abrir e cortar! Este experimento demonstra o poder imenso da genética, que, obviamente, tem uma influência maior na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das seqüências alcalinas.

    Os mestres esotéricos e espirituais conheceram, por eras, que o nosso corpo é programável pela linguagem, pelas palavras e pelo pensamento. Isto foi agora provado cientificamente. É claro que a freqüência tem que a ser correta. E é por isso que nem todos podem fazê-lo sempre com êxito. O indivíduo deve trabalhar nos processos internos e na maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas que <sempre> funcionará desde que se use a freqüência correta.

    Descobriram tb que nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, produzindo assim buracos de minhoca magnetizados! (Buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das assim chamadas Pontes de Einstein-Rosen na vizinhança dos buracos negros (deixados pelas estrelas extintas). Estes são conexões entre áreas totalmente diferentes do universo, através das quais a informação pode ser transmitida para além do espaço e do tempo. O DNA atrai essas unidades de informação e os transmite à nossa consciência.

    Eles irradiaram amostras do DNA com raio laser. Na tela, um padrão de onda típica foi formado. Mas, quando removeram a amostra de DNA, o padrão de onda não desapareceu; permaneceu. Muitas experiências de controle mostraram que o padrão ainda vinha da amostra removida, cujo campo de energia permaneceu, aparentemente, por si mesmo. Este efeito é agora chamado “efeito de DNA fantasma”.

    Sabemos, agora, que assim como na internet o nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados para a rede, pode chamar os dados da rede e podemos estabelecer contato com outros participantes da rede. A cura à distância, telepatia ou “sensibilidade à distância” sobre o estado de pessoas etc pode ser explicado.

    Fonte:
    http://averdadeaqui.wordpress.com/2011/06/18/dna-pode-ser-influenciado-e-reprogramado-por-palavras-e-frequencias

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    COMENTÁRIOS AO TEXTO INICIAL

    Mensagem  Convidad em Dom Ago 28, 2011 2:09 am

    Amigos,

    Sobre o assunto “Prova científica – Não somos os construtores de nosso destino”, coloco abaixo, primeiro, parte da msg inicial e, depois, na ordem em q foram recebidos, alguns comentários.

    O amigo, q enviou o texto referido na msg inicial deste tópico, disse:
    “A ciência, só agora, começa a descobrir o que a Huna* já ensinava há mais de cinco mil anos... Agora fica mais fácil entender a prática da Huna e seus efeitos”.

    Texto (Parte inicial):
    “Como diz a física qüântica, o que existe no mundo são processos de relação e não aquele mundo material e externo ao observador em que se acreditava segundo a física clássica. Veja a notícia:
    “O DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências.... etc etc.........”.

    1°. (comentário: Cel):
    “Amigo, muito interessante seu email; agora muitas coisas q muitos não conseguiam explicar e das quais duvidavam ou interpretavam de modo diferente, podem ser compreendidas. Agora, podemos mais compreender aquilo q já dizíamos antes: que somos o q somos porq os fenômenos e as influências de todas as espécies q são exercidas sobre nós, enfim, a vida, nos modela, no dia a dia, de instante a instante. Podemos repetir o q sempre colocamos: não somos nós os construtores de nosso destino; as inumeráveis experiencias e influencias da vida, são elas q nos fazem ser o q somos”.

    2º. (comentário: um amigo):
    “Na verdade, se vc pode reprogramar, meu caro, somos SIM os construtores do nosso destino. Como Kahuna*, te digo isso por experiência própria”.

    3°. (Cel):
    “É verdade; podemos reprogramar em parte desde q a programação q a vida realiza sobre nós, nos leve a isso, isto é, nos ensine como realizar isso... logo, é ainda a vida q nos ensina, q nos faz ser o q somos”.

    4° (amigo):
    “É, essa é uma noticia muita boa para quem acha fácil falar e difícil fazer. Só que o título contraria o texto. Se nós podemos alterar as mensagens do código genético através da aplicação de uma energia que podemos controlar e este (código) dá diretrizes às nossas vidas, estaremos, sim, manipulando o nosso destino, portanto, edificando nossa existência e sendo responsáveis pelo resultado - causa e efeito lei universal e imutável, ou não!?”.

    5° (Cel):
    “Analise, amigo, onde ou como vc adquiriu esse conhecimento de q pode alterar seu código genético? De onde lhe vieram essas informações? Vc chegou a essa conclusão sozinho, isto é, por vc mesmo? Ou foram as informações trazidas das experiências do dia-a-dia desta escola do bem e do mal, q é a vida, q levaram vc a conhecer e compreender tudo isso?

    Observe: onde adquirimos os conhecimentos q nos fazem agir deste ou daquele modo? Onde adquirimos as virtudes ou os defeitos q temos? Nós já os trazemos em nossa natureza, ao virmos ao mundo? Nós mesmos, por nossa vontade e à força, os colocamos em nossa natureza ou em nosso íntimo? Não éramos maus e quisemos nos tornar maus?! Não éramos bons e quisemos nos tornar bons?! Será verdade q uns são bons e outros maus, porq quiseram ser assim?

    Se não são as inumeráveis influências exercidas sobre nós pelas tb inumeráveis experiências/lições pelas quais passamos na vida q nos fazem ser bons ou maus, honestos ou desonestos, humildes ou orgulhosos, solidários ou egoístas, perversos, exploradores e “humilhadores” de nossos semelhantes etc, o q nos faz ser assim?”. Onde aprendemos a ser virtuosos ou viciosos?

    (* Kahuna = aquele q faz cessar o sofrimento alheio, aquele que tem compaixão).
    ________________________________________

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    NOVOS COMENTÁRIOS AO TEXTO INICIAL

    Mensagem  Convidad em Seg Ago 29, 2011 4:14 pm

    Resposta a um amigo:

    Vc colocou:
    “Analisando a colocação feita, somos levados a entender que são as experiências que passamos que modelam nossa personalidade tanto física como a espiritual e que estas experiências nos chegam independentes de nossa vontade de vivenciá-las ou não (até aqui estamos em concordância), sugerindo que as conseqüências por elas trazidas, impõe-nos um modelamento somente pela força destas experiências, excluindo a ação de nossa vontade, de nossa forma de assimilarmos, enfim, de aprendermos de acordo com nossa escolha.

    Cel: amigo, não há uma “exclusão” de nossa vontade, de nossa forma de assimilar ou da possibilidade de escolher. Mas, vamos refletir: de onde vem nossa vontade? Da percepção de q é verdadeiramente necessário usa-la fazer isto ou aquilo, de nos modificar, se for o caso, certo? E essa percepção surge de onde? De nossa observação dos fatos da vida, q se realizam sobre nós e os demais, concorda? Então, nossa vontade tb vem das experiências do dia-a-dia da vida. Ou de onde viria? Nossa força de vontade vem da convicção e da compreensão q adquirimos observando a vida. Por isso, para uns ela será mais intensa do q para outros; daí as desigualdades, sendo uns mais fortes, outros mais fracos nesse aspecto.
    E de onde vem a compreensão de que devemos escolher fazer ou ser isto ou aquilo? Do nada, ou das experiências da vida, das lições q a vida continuamente nos ministra?

    Amigo:
    “Seria a negação do livre-arbítrio e a aceitação do automatismo e da casualidade universal, onde a consciência do Espírito perderia totalmente o valor e o propósito da sua existência”.

    Cel: vc entendeu bem. Mas, o q é o livre-arbítrio? Vc escolhe ou decide fazer isto ou aquilo, sem se basear em nada? Simplesmente estala os dedos, joga um cara-ou-coroa e, com isso, decide e faz?! Ou vc se baseia no conhecimento q já possui, naquilo q já aprendeu ou já viveu, no conhecimento obtido através das experiências ou lições q lhe dão compreensão correspondente ao nível de aprendizado em q está nesta escola, do bem e do mal, q é a vida? Analise.

    Amigo:
    “E, ai, teríamos que aceitar que Deus joga dados... e teríamos que rever todos os nossos conceitos sobre a base da DE”.

    Cel: amigo, além do espaço tempo, além deste mundo de relatividade, é até mesmo absurdo imaginar q exista qualquer jogo, certo? Contudo, para nós, tudo é incerto e impermanente: saúde, desejos, afetos, sucessos, dinheiro, beleza, felicidade tudo! Vc tem plena e total certeza do q pode acontecer no próximo minuto? De q dormira em casa esta noite? Do q será o amanhã, o próximo mês, o próximo ano? Ninguém tem certeza e por isso todos esperam q o amanhã seja melhor q o hoje; apenas “esperam”, porq certeza ninguém tem! Analise e verá q só podemos ter certeza absoluta de duas coisas; a primeira é q, irremediavelmente, a morte está à nossa frente; a segunda, é q não temos certeza de mais nada. Observe o mundo! Lembre-se do tsunami. Quem, entre aqueles milhares de vítimas, imaginaria q aquelas praias, cheias de vida e sol, de repente se transformariam em palco de tão grande tragédia?!
    Para nós, "deste lado”, a vida não passa de um verdadeiro “jogo de dados”, q mais nos faz perder do q ganhar! Essa incerteza sobre, e essa impermanência de todas as coisas são exatamente a base sobre a qual o Buda criou sua filosofia. A ciência moderna tb tem esse mesmo entendimento.
    Qto a rever nossos já enraizados conceitos, analise: há cem anos surgiu a nova física, trazendo revelações, a princípio consideradas absurdas e q muito perturbaram os cientistas e dividiram a ciência em “antes” e “depois”. Revelações q só foram compreendidas com a ajuda de conhecimentos vindos das experiências de místicos q, mesmo sem os sofisticados meios de pesquisa de q dispõe nossa ciência, haviam chegado, séculos ou milênios antes de nossos cientistas, a conclusões iguais ou semelhantes às da ciência de agora. Descobertas surgiram q exigem, sim, a revisão de muitos conceitos e a manifestação das religiões a respeito do papel e da posição do homem no universo, antes desconhecidos; no entanto, cem anos passados, nenhuma religião ou filosofia se manifestou a respeito. Talvez, isso se deva ao receio do impacto q as novas descobertas causariam entre os adeptos; ou, talvez, ao receio de terem de mudar suas premissas básicas.

    Um abraço.

    Alex

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    Re: PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

    Mensagem  Alex em Seg Ago 29, 2011 8:04 pm

    Coronel_ escreveu:
    Amigos,
    Muito interessante o q vai abaixo; leiam com atenção. Se essas informações correspondem, verdadeiramente, a comprovações científicas, coisas q muitos não conseguem explicar, ou das quais duvidam ou q as interpretam de modo diferente, podem ser compreendidas. Agora, podemos melhor compreender aquilo q já dizíamos antes: que somos o q somos porq a vida, os fenômenos, influências de todas as espécies q são exercidas sobre nós, nos modelam no dia a dia, de instante a instante. Podemos repetir o q sempre colocamos: não somos os construtores de nosso destino; as inumeráveis experiências e influências da vida, são elas q nos fazem ser o q somos.


    Está correto. Isso do ponto de vista da vida humana. De fato, não podemos mudar o sentido e o rumo das nossas provas. Assim, com efeito, não é possível criarmos ou mudar o nosso próprio destino enquanto seres humanos.

    Mas, do ponto de vista do Espírito, há apenas duas escolhas a fazer: cumprir a prova ou sucumbir a ela, e nisso consiste o livre-arbítrio de todos nós.

    Até mais.

    Alex


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    UMA QUESTÃO AO ALEX

    Mensagem  Convidad em Ter Ago 30, 2011 8:54 am

    Veja, meu amigo Alex, somente uma questão: qual são as razões q levam uns a cumprirem suas provas e outros a sucumbirem a elas?

    Alex

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    Re: PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

    Mensagem  Alex em Ter Ago 30, 2011 2:04 pm

    Coronel_ escreveu: Veja, meu amigo Alex, somente uma questão: qual são as razões q levam uns a cumprirem suas provas e outros a sucumbirem a elas?

    São várias as razões. O não cumprimento das provas se dá por inúmeros fatores, sendo o primeiro deles, as próprias condições que o mundo material enseja. Outro fator seria o próprio condicionamento a que todos estão sujeitos, a partir de tradições e costumes já enraizados, normas e leis já constituídas e tidas como algo inquestionável.

    Além disso pode surgir obstáculos inesperados ao Espírito, como o homem que olha de cima da montanha o trajeto que deve percorrer, mas não sabe se tropeçará numa pedra, ou encontrará um tigre, etc.

    Acho que é isso.

    Até mais.

    Alex



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    NÃO SOMOS OS CONTRUTORES DE NOSSO DESTNO

    Mensagem  Convidad em Qui Set 01, 2011 12:02 pm

    Resposta ao amigo Alex.

    Cel (msg anterior):... Agora, podemos melhor compreender aquilo q já dizíamos antes: que somos o q somos porq a vida, os fenômenos, influências de todas as espécies q são exercidas sobre nós, nos modelam no dia a dia, de instante a instante.
    Podemos repetir o q sempre colocamos: não somos os construtores de nosso destino; as inumeráveis experiências e influências da vida, são elas q nos fazem ser o q somos.

    Alex(msg atual): Está correto do ponto de vista da vida humana. De fato, não podemos mudar o sentido e o rumo das nossas provas. Assim, com efeito, não é possível criarmos ou mudar o nosso próprio destino enquanto seres humanos.
    Mas, do ponto de vista do Espírito, há apenas duas escolhas a fazer: cumprir a prova ou sucumbir a ela, e nisso consiste o livre-arbítrio de todos nós.

    Cel (msg ant): meu amigo Alex, somente uma questão: quais são as razões q levam uns a cumprirem suas provas e outros a sucumbirem a elas? (msg atual): porq alguém escolherá sucumbir às provas? Existe mesmo esta alternativa, alguém <escolher> sucumbir às provas?

    Alex (msg atual): O não cumprimento das provas se dá por inúmeros fatores, sendo, o primeiro deles, as próprias condições que o mundo material enseja. Outro fator seria o próprio condicionamento a que todos estão sujeitos, a partir de tradições e costumes já enraizados, normas e leis já constituídas e tidas como algo inquestionável. Além disso, podem surgir obstáculos inesperados ao Espírito, como o homem que olha de cima da montanha o trajeto que deve percorrer, mas não sabe se tropeçará numa pedra, ou encontrará um tigre, etc.

    Cel: exatamente, meu amigo, concordo plenamente com sua colocação. Por ela posso ver q vc também concorda comigo, de q não somos os construtores de nosso destino (e, até mesmo, nas escolhas das provas (DE) somos levados pelo q a escola da vida nos levou a acertar ou a errar, pois essa escolha é resultante de nossos erros e acertos anteriores, certo?). Desse modo, não somos os responsáveis, ou culpados, nem conquistaremos méritos ou deméritos pelo que fazemos, no sentido do bem, ou no sentido do mal; pois são as circunstâncias (contigências) da vida, sempre incertas e imprevisiveis, que nos levam a agir como agimos e, portanto, não agimos por nossa livre-vontade, ou livre-arbítrio.

    Alex (msg ant): Mas, do ponto de vista do Espírito, há apenas duas escolhas a fazer: cumprir a prova ou sucumbir a ela, e nisso consiste o livre-arbítrio de todos nós.

    Cel: e qual o motivo q leva uns a escolherem “cumprir” as provas e outros a “sucumbir” a elas? Porq nem todos as cumprem ou a elas sucumbem igualmente? O q é q leva uns a cumprirem e outros não? Porq essa desigualdade no escolher e no agir? Nós mesmos nos fazemos desiguais ou são as experiencias da vida q nos fazem ser desiguais?
    Como coloquei acima, tb nossas escolhas das provas não são realizadas pela nossa vontade livre, pois se baseiam nas ações anteriores praticadas e no q já aprendemos ou ainda necessitamos aprender. Assim, <tudo> q fazemos/escolhemos, seja na vida na matéria, seja na vida do espirito, na escolha das provas, é ditado pelas lições da escola da vida, concorda? Logo, onde estará o livre-arbítrio? Existe mesmo?

    Me perdoe tantas perguntas (alguém, a amiga Hebe, já perguntou se meu teclado só tem ponto de interrogação!); a intenção é fazer refletir para compreender melhor.

    Um abraço.

    Alex

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    Data de inscrição: 12/06/2011

    Re: PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

    Mensagem  Alex em Qui Set 01, 2011 3:41 pm

    Coronel_ escreveu:

    Cel (msg ant): meu amigo Alex, somente uma questão: quais são as razões q levam uns a cumprirem suas provas e outros a sucumbirem a elas? (msg atual): porq alguém escolherá sucumbir às provas? Existe mesmo esta alternativa, alguém <escolher> sucumbir às provas?

    As próprias condições da vida material. Como no exemplo da montanha, o homem que vê o trajeto que deve percorrer de cima dela, conhece o caminho de um modo geral, mas desconhece, o que lhe sucederá na percurso desse caminho: pode aparecer uma cobra venenosa; poderá se deparar com uma cratera e nela cair, ou mesmo poderá se deparar com um oásis belo e verdejante, em que ali se deterá por tempo indeterminado Wink E são essas as condições que levam uns a cumprirem e outros a sucumbirem às provas.

    Não existe alternativa de escolher sucumbir às provas. Tanto um oásis quanto uma extensa região de deserto, ambos são provas para o Espírito. Ele só escolhe o genêro de provas.

    Coronel_ escreveu:
    Alex (msg ant): Mas, do ponto de vista do Espírito, há apenas duas escolhas a fazer: cumprir a prova ou sucumbir a ela, e nisso consiste o livre-arbítrio de todos nós.

    Cel: e qual o motivo q leva uns a escolherem “cumprir” as provas e outros a “sucumbir” a elas? Porq nem todos as cumprem ou a elas sucumbem igualmente? O q é q leva uns a cumprirem e outros não? Porq essa desigualdade no escolher e no agir? Nós mesmos nos fazemos desiguais ou são as experiencias da vida q nos fazem ser desiguais?
    Como coloquei acima, tb nossas escolhas das provas não são realizadas pela nossa vontade livre, pois se baseiam nas ações anteriores praticadas e no q já aprendemos ou ainda necessitamos aprender. Assim, <tudo> q fazemos/escolhemos, seja na vida na matéria, seja na vida do espirito, na escolha das provas, é ditado pelas lições da escola da vida, concorda? Logo, onde estará o livre-arbítrio? Existe mesmo?

    Eu não tinha levado em conta a questão do Karma. Talvez não sejamos assim tão livres na escolha das provas enquanto Espíritos. Isso é o que diz o Livro dos Espíritos, mas não somos obrigados a acreditar naquilo ali só porque foi escrito por fulano ou beltrano não é?

    Sim, concordo. O livre-arbítrio não existe para os seres humanos, uma vez que uns se constituem em provas para os outros e vice-versa.



    Monstrinho

    Mensagens: 145
    Data de inscrição: 22/05/2011

    Re: PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

    Mensagem  Monstrinho em Qui Set 01, 2011 6:13 pm

    Coronel_ escreveu:Podemos repetir o q sempre colocamos: não somos os construtores de nosso destino; as inumeráveis experiências e influências da vida, são elas q nos fazem ser o q somos.

    Olá!!!

    Swami Vivekananda:


    O HOMEM, CONSTRUTOR DO SEU DESTINO

    Os homens fracos, quando perdem tudo e sentem-se enfraquecidos, tentam toda espécie de disparatados métodos de fazer dinheiro e inclinam-se para a astrologia e todo tipo de coisas. "São o tolo e o covarde que dizem: "É o destino". Mas é o homem forte que se ergue e diz: "Farei o meu destino".

    Há uma velha estória sobre um astrólogo que veio até um rei e disse: "O senhor irá morrer em seis meses". O rei ficou fora de si, completamente aterrorizado e estava quase a morrer de medo. Mas seu ministro era um homem inteligente e disse ao rei que os astrólogos eram tolos. Mas o rei não acreditava nele. Assim, o ministro viu que o único jeito do rei ver que eles eram tolos era convidar de novo o astrólogo. Lá, ele perguntou-lhe se seus cálculos estavam corretos. O astrólogo disse que não havia erro nenhum, mas, para satisfazê-lo, refez todos os cálculos e disse que estavam perfeitamente certos. A face do rei ficou lívida. O ministro então perguntou ao astrólogo: "E quando você pensa que irá morrer?" "Dentro de doze anos", foi a resposta. O ministro rapidamente puxou sua espada, separou a cabeça do astrólogo de seu corpo e disse ao rei: "O senhor vê este mentiroso? Ele acaba de morrer, neste momento."

    IN: Meditação e Métodos, Swami Vivekananda.


    Coronel_ escreveu:
    Cel: e qual o motivo q leva uns a escolherem “cumprir” as provas e outros a “sucumbir” a elas?

    Boa pergunta hehehe Twisted Evil



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    RESPOSTA AO AMIGO ALEX

    Mensagem  Convidad em Sab Set 03, 2011 12:40 pm

    Resposta ao Alex:
    Olá, amigo.

    Cel (repetindo msg ant): quais são as razões q levam uns a cumprirem suas provas e outros a sucumbirem a elas? Porq alguém escolherá sucumbir às provas? Existe mesmo esta alternativa, alguém <escolher> sucumbir às provas?

    Alex: As próprias condições da vida material. Como no exemplo da montanha, o homem que vê o trajeto que deve percorrer de cima dela, conhece o caminho de um modo geral, mas desconhece, o que lhe sucederá na percurso desse caminho: pode aparecer uma cobra venenosa; poderá se deparar com uma cratera e nela cair, ou mesmo poderá se deparar com um oásis belo e verdejante, em que ali se deterá por tempo indeterminado E são essas as condições que levam uns a cumprirem e outros a sucumbirem às provas.

    Cel: é isso: uma cobra venenosa, uma cratera, um oasis q me atrai; logo, são as experiências ou lições q a vida nos proporciona q nos fazem agir deste ou daquele modo, pensar, escolher e decidir “assim ou assado”; não somos nós, por nossa escolha e livre vontade, q escolhemos ou decidimos. Portanto, livre-arbítrio não existe porq não existe escolha livre; todas, sem exceção, está presas ao passado. E não existe livre-arbítrio na escolha de provas pois essa escolha depende do q a vida nos ensinou, do q precisamos ainda aprender etc (se bem q, pela minha concepção, não existe nem escolha de provas, nem lições nem qualquer aprendizado para o espirito). O q desejo mostrar, com estes argumentos, é q livre-arbítrio não existe, e q, compreendendo isso, devemos abrir nosso leque de buscas, não ficando com nossa atenção toda voltada só para aquela doutrina, ou crença, ou filosofia, ou o q seja, em q cremos... Pois, é isso q muitos fazem; aceitam passiva e literalmente <tudo> q sua doutrina ou crença lhes diz, e não questionam, não investigam, porq têm confiança e suas fontes... Assim, muitos descartam as demais linhas espiritualistas mesmo sem conhece-las e podem estar deixando de conhecer coisas de grande importacia para a realização espiritual.

    Alex: Não existe alternativa de escolher sucumbir às provas.

    Cel:nova/ concordo com vc; não existe alternativa (embora vc tenha dito, acima, q existe); e não existe alternativa pois, a escolha <nunca> é feita por nós.

    Alex: Tanto um oásis quanto um deserto, são provas para o Espírito. Ele só escolhe o genêro de provas.

    Cel: e porq é q o espirito escolhe este e não aquele genero de provas? É evidente q é porq sabe (ou pensa q sabe) q necessita aprender ou passar por esse genero de provas, ou experiencias ou lições, para evoluir mais, ou mais rapidamente evoluir. E de onde lhe vem esse conhecimento q o leva a escolher este genero de provas e não aquele? Evidentemente, do q já aprendeu na vida (ou no espaço, q seja). Logo, novamente podemos ver q <livre>-arbítrio ou livre escolha, não existe pois, todas as escolhas estão totalmente <presas> ao q pensa q sabe, ao pensa q aprendeu e ao q pensa que necessita aprender para se aperfeiçoar; não existe escolha livre. Até mesmo, a ciencia mais avançada do planeta afirma isso. Só para ilustrar, lembro Paulo: “É o Senhor q opera em nós o pensar e o fazer” e, consequentemente, o desejar, o imaginar, o obrar. Disse tb, já q “nossas” obras não são nossas: “Não é por vossas obras q sereis salvos, mas pela graça de Deus”.

    Alex (repetindo msg ant): Mas, do ponto de vista do Espírito, há apenas duas escolhas a fazer: cumprir a prova ou sucumbir a ela, e nisso consiste o livre-arbítrio de todos nós.

    Cel: e qual o motivo q leva uns a escolherem “cumprir” as provas e outros a “sucumbir” a elas? Porq nem todos as cumprem ou a elas sucumbem igualmente? O q é q leva uns a cumprirem e outros não? Porq essa desigualdade no escolher e no agir? Nós mesmos nos fazemos desiguais ou são as experiencias da vida q nos fazem ser desiguais? Como coloquei acima, tb nossas escolhas das provas não são realizadas pela nossa vontade livre, pois se baseiam nas ações anteriores praticadas e no q já aprendemos ou ainda necessitamos aprender. Assim, <tudo> q fazemos/escolhemos, seja na vida na matéria, seja na vida do espirito, na escolha das provas, é ditado pelas lições da escola da vida, concorda? Logo, onde estará o livre-arbítrio?

    Alex: Eu não tinha levado em conta a questão do Karma. Talvez não sejamos assim tão livres na escolha das provas enquanto Espíritos. Isso é o que diz o Livro dos Espíritos, mas não somos obrigados a acreditar naquilo ali só porque foi escrito por fulano ou beltrano, não é?

    Cel: e nunca leve em conta o Karma pois, se os pensamentos e, em consequencia, as obras não são nossas, o q explicará a existencia do karma, ou de uma lei de causa e efeito; esta só existe no plano material, em relação a objetos inertes (da física) e em relação às leis falhas dos homens.

    Alex: concordo. O livre-arbítrio não existe para os seres humanos, uma vez que uns se constituem em provas para os outros e vice-versa.

    Cel: não, meu amigo, não existe pelo fato de não termos liberdade de escolha em nenhuma situação, sem exceção.

    Forte abraço.

    Alex

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    Re: PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

    Mensagem  Alex em Sab Set 03, 2011 4:09 pm

    Quer dizer então que mesmo a escolha do gênero de provas pelo Espírito não é livre?? E olhe, que faz sentido. Você mesmo colocou: "O que leva o Espírito a escolher a este e não àquele gênero de provas"? Argumentei que, o Karma é que está influenciando essa escolha, logo, ela não é livre.

    Mas vc argumentou isto aí abaixo:

    Cel: e nunca leve em conta o Karma pois, se os pensamentos e, em consequencia, as obras não são nossas, o q explicará a existencia do karma, ou de uma lei de causa e efeito; esta só existe no plano material, em relação a objetos inertes (da física) e em relação às leis falhas dos homens.

    Ora, se não foi o Karma que determinou o meio onde nascemos; com quem vivemos; o tipo de situação que enfrentamos; os problemas, dificuldades, a nossa própria personalidade o que foi então??

    Sei que a nossa personalidade, o nosso ego é gerado na família, que por sua vez é uma célula social, em cujo seio, se reproduz toda a ideologia da sociedade.

    Nossas escolhas pois, são baseadas no Karma: por isso "escolho" nascer nesta e não naquela família. Nesta família, sei que terei um tipo de personalidade, mas em outra família, um outro ego totalmente distinto será moldado. Mas, devido às circuntâncias de outrora que geraram o Karma, as situações e conjunturas nas quais eu me emaranhei, levam-me, forçam-me a escolher nascer nesta e não naquela família. E o que é "esta família", senão a estrada em que supostamente eu escolho seguir, e que vejo de cima da montanha, e que, apesar de já enxergar de antemão um caminho pedegroso ou não, ainda sei que poderei me deparar com cobras venenosas, crateras, desertos áridos e secos ou oásis??

    Com isso, fica em questão se o Espírito exerce mesmo a livre-escolha das provas antes de reencarnar... Sabemos que essas escolhas são determinadas pelas situações/conjunturas que o mundo, outrora, nos levou a criar - esse é o seu argumento certo?

    E resta uma questão: Há um fim para essa Roda do Samsara aparentemente infinita?

    Até mais.

    Alex



    Alex

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    Re: PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

    Mensagem  Alex em Sab Set 03, 2011 6:23 pm

    Olá, Coronel e demais amigos que porventura estejam acompanhando este debate.

    Você sempre diz que os "bens" e "males" são gerados na "escola da vida", malgrado as escolhas que façamos. E, embora você argumente que "não somos culpados pelo que nos acontece de bom ou de mau", sabemos, entretanto, que recai sobre nós mesmos os nossos atos e intenções, ainda que eles sejam realizados de forma "não-intencional", uma vez que o ser humano, mergulhado em Maya age segundo aquilo que considera correto - fazer o bem, retribuir um mal para resguardar a sua dignidade, trabalhar para amealhar bens e enfim, buscar ser "feliz" a qualquer custo.

    Proponho partir para algo prático. "Não somos construtores do nosso destino". Sim, concordo. Todavia, resta uma maneira de exercer o livre-arbítrio: procurar se furtar a todas essas conjunturas que nos fazem "bem" ou "mal", ou como dizia Buda, parar de ir em busca do prazer e em demanda da realização dos desejos. Foi nesse sentido que eu argumentei que temos a escolha de permanecer na Roda do Samsara ou de sair dela.

    A escola da vida é que nos molda as diversas situações que geram desdita e desventura, ou felicidade e ventura. Mas, uma vez tendo o conhecimento de que tudo é ilusão, já não há aí um ponto de partida para fazer cessar todas as ações humanas, e em conseqüência, todas as suas respectivas reações?

    No texto postado pelo Monstrinho, sobre o rei e o astrólogo, a "moral da estória" parece ser que podemos construir nosso destino a partir da negação do mundo e das suas verdades. Mas só há um destino que é o ligar-se a Deus.

    Por que então, o ser humano "escolhe" sintonizar-se e identificar-se com Maya? Ou ele não escolhe? É levado a escolher? Rolling Eyes

    Complicada essa questão hein! he he he... Acho que preciso estudar mais... Rolling Eyes Sad

    Até mais.

    Alex




    Convidad
    Convidado

    RESPOSTA AO ALEX

    Mensagem  Convidad em Sab Set 03, 2011 10:45 pm

    Re: PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO
    Resposta ao Alex:

    Amigo Alex, vc colocou:
    “... se não foi o Karma que determinou onde nascemos... como formamos nossa personalidade, o que foi??”

    Cel: amigo, vou tentar uma explicação (se conseguir): a questão é q todos, desde q abrimos os olhos no mundo, recebemos informações/ lições/ afirmações tidas como verdades. As tradições, costumes, culturas, crenças, suposições, religiões, sociedade nos impõem conceitos e os cremos verdadeiros porq assim foram considerados por séculos ou milênios; nos esquecemos q uma coisa não se transforma em verdade porq foi assim considerada por muito tempo. Aceitamos, muitas vezes passivamente, o q nos vem (pariticular/ se tratando de religiões) e não questionamos, nem pesquisamos, nem refletimos, pois, por tradição familiar ou crença, temos plena confiança em suas fontes (e, desse modo, podemos estar deixando de conhecer assuntos de máxima importancia para a realização espiritual). Assim, nós, ocidentais, aceitamos e cremos em conceitos q, para sábios e mestres, são totalmente equivocados, ou confusos, incoerentes, contraditórios... Por isso, eles dizem: “A cultura ocidental é prostituta!”. E ficamos dependentes de crenças q levam, qdo muito, a um melhor relacionamento entre os homens, verdadeiras “regras de bem-conviver”. Dentre elas, as mais lembradas, o amor aos semelhantes, os mandamentos e muitos ensinamentos dos mestres, inclusive de Jesus. Mas, não são “regras de salvação”. Estas, algumas, felizmente, foram preservadas depois de tantas adulterações das escrituras, e estão em apenas poucas passagens de Jesus, Paulo e outros, e são identicas a ensinamentos do misticismo milenar. Para este (como tb fez compreender Paulo) não existe karma, nem aperfeiçoamento, nem culpas ou culpados, nem escolha livre, nem nós aqui e Deus “lá”. Todas as tradições místicas, na sua fase mais profunda denominada “esotérica”, são monistas; para elas a doença do mundo é “ver dois onde só existe um”. Como disse Jesus: “eu e o Pai somos um” (outros disseram o mesmo).

    Eqto isso, essas linhas espiritualistas, cujas revelações vêm de desde séculos ou milênios antes do cristianismo, nos ensinam coisas totalmente diferentes daquilo q os interpretes do cristianismo ensinam; mas geralmente as descartamos (são consideradas suspeitas ou absurdas pelas religiões ocidentais), e por tolo preconceito, pois não as conhecemos. A mente ocidental foi condicionada por séculos a pensar como pensa: erradamente.

    E, o importante: aquelas revelações estão sendo confirmadas pela ciencia mais avançada do planeta, fato q faz q, as tradicionais e seculares adversárias, ciencia e religião, pela primeira vez na história do mundo, se dêem as mãos.

    Para os místicos, tudo está, apenas, acontecendo, fruto do fluir incessante da vida; mas, nós, damos interpretações equivocadas para todos os fatos, pois vemos o mundo através da ótica do ego q distorce a realidade. O sofrimento do mundo não vem de obras erradas do espirito, mas do fato de sermos um ego, verdadeiro véu q esconde nossa verdadeira identidade cósmica.

    Alex: “Sei que a nossa personalidade, o nosso ego é gerado na família, que por sua vez é uma célula social, em cujo seio, se reproduz toda a ideologia da sociedade”.

    Cel: sua colocação, acima (gerado pela família), tb está mostrando, pelo menos em parte, q o q somos é fruto das circunstancias da vida e, portanto q, nesses aspectos, não somos nós q fazemos nosso destino; é a vida.

    Alex: “Nossas escolhas pois, são baseadas no Karma: por isso "escolho" nascer nesta e não naquela família”.

    Cel: e de onde vem e porq nasce esse karma? (cujo sentido é “o q devemos continuar a fazer como consequencia do q estamos fazendo”). As religiões populares, em geral baseadas em livros sagrados, nos enchem de ilusões e fazem sofrer. Como dizem mestres e sábios: “a religião organizada impede o acesso à verdade” e: “aquele q se filia a religiões do mundo é imaturo”.

    Alex: “Nesta família, sei que terei um tipo de personalidade, mas em outra família, um outro ego totalmente distinto será moldado”.

    Cel: e lhe pergunto: porq vc tem liberdade de escolher entre esta ou aquela familia (ou qualquer coisa q seja) se diz q já sabe o q deve escolher? Logo, vc não escolhe, pois é loucura escolher fazer aquilo q é pior para vc. Vc sempre fará o melhor a fazer, concorda? E baseado em q fará suas “escolhas”? Naquilo q já aprendeu nas experiencias do dia-a-dia, da vida, portanto.

    Alex: “Mas, devido às circuntâncias de outrora que geraram o Karma, as situações e conjunturas nas quais eu me emaranhei, levam-me, forçam-me a escolher nascer nesta e não naquela família”.

    Cel: e qual teria sido a razão pela qual vc se emaranhou, isto é, q fez q vc obrasse certo ou errado? Vc, conhecendo qual é a escolha errada, assim mesmo a fará?! Ou será q é a ignorância q está por traz de todas as escolhas erradas? Porq vc escolheria algo errado se soubesse q é errado?

    Alex: “E o que é "esta família", senão a estrada em que supostamente eu escolho seguir, e que vejo de cima da montanha, e que, apesar de já enxergar de antemão um caminho pedegroso ou não, ainda sei que poderei me deparar com cobras venenosas, crateras, desertos áridos e secos ou oásis??

    Cel: pois é isso; a vida é q nos molda continuamente; logo, não há méritos, nem deméritos, nem penalidades, nem perdão, nem julamentos elaborados pelo Criador ou por sua Lei.

    Alex: “Com isso, fica em questão se o Espírito exerce mesmo a livre-escolha das provas antes de reencarnar... Sabemos que essas escolhas são determinadas pelas situações/conjunturas que o mundo, outrora, nos levou a criar - esse é o seu argumento certo?

    Cel: certo! E o q são as situações e conjunturas q o mundo levou a criar? São coisas q independem de nossa vontade e escolha; não as escolhemos ou criamos: o mundo nos levou a criar...!! como vc está dizendo.

    Alex: “Há um fim para essa Roda do Samsara aparentemente infinita?”.

    Cel: veja o q Paulo, místico como Jesus, disse: “O Senhor está acima e abaixo, à direita e à esquerda.... dentro e fora”; isto é “em tudo”. Assim, qdo nasce um ser cerebrado, humano ou não humano, essa consciencia, q está em tudo, estará nesse mecanismo cerebral pelo qual se manifesta. Daí as desigualdades entre todos pois, são as estruturas cerebrais e as experiencias da vida desiguais, q causam as desigualdades.

    Dentro dessa visão de q, sempre q há cérebros a consciencia se manifesta, haverá fim para isso? Q eu saiba, nenhum mestre ou iluminado esclareceu a respeito. Observe, aquele q elimina o ego passa a compreender q o ego é a única causa de todos os problemas e, portanto, o único obstáculo entre nós e Deus. Com isso, nasce-lhe um amor (compaixão) quase insuportável pelo mundo; lembre-se de quantos tentaram ensinar o caminho e só se detiveram qdo a morte chegou ou outro motivo insuperável. Assim, como o médico q atende o doente q se acha nas últimas, e não perde tempo com explicações dos porques da doença e lhe aplica o remédio necessário, tb o iluminado não perde tempo com explicações dos porquês, pois o q tem importancia é salvar o “doente”.

    Me perdoe a prolixidade...

    Abraços.


    Última edição por Coronel_ em Seg Set 05, 2011 8:25 pm, editado 2 vez(es)

    Alex

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    Re: PROVA CIENTÍFICA - NÃO SOMOS OS CONSTRUTORES DE NOSSO DESTINO

    Mensagem  Alex em Dom Set 04, 2011 1:15 am

    Coronel_ escreveu:

    Alex: “Nesta família, sei que terei um tipo de personalidade, mas em outra família, um outro ego totalmente distinto será moldado”.

    Cel: e lhe pergunto: porq vc tem liberdade de escolher entre esta ou aquela familia (ou quaisquer outras coisas) se sabe o q deve escolher? Logo, vc não escolhe, pois é loucura escolher aquela solução q seja a pior. Vc sempre escolherá a melhor, concorda?

    Bom, nesse caso, as circunstâncias geradas pelo Karma é que já propiciam uma conjuntura em que não há escolha. Porque eu escolheria a "melhor família"? O que é a "melhor família" e "a pior família"? Sabemos que os Espíritos representam papéis fictícios, logo, se o Espírito escolhe ter por pai ou filho um desafeto de outras vidas (Para quê? Para, talvez, desfazer as ilusões acreditadas outrora? Rolling Eyes ), então essa é a "melhor família" para o Espírito, logo, ele faz uma escolha. Ou não?? Ele só não faria uma escolha no caso de, o reunir-se com desafetos do passado fosse a única opção condizente com as ilusões que ele têm que enfrentar, no caso desvanescendo essas mesmas ilusões na medida em que pára de acreditar que tem um pai, um filho ou mesmo uma família. Sim! Se essa é a melhor escolha para o Espírito, então desse ponto de vista não haveria escolhas. Mas por outro lado há muitos Espíritos que não querem reencarnar. E então, aqui eles não fazem uma escolha?? Há alguém apontando um fuzil na cabeça do Espírito e dizendo: "você terá que reencarnar, queira ou não"?

    O Espírito sabe qual a escolha deve ser feita, e essa escolha é ratificada por Deus, porque Deus não permitiria que o Espírito fizesse uma escolha errada, que viesse a prejudicá-lo.

    Coronel_ escreveu:

    Alex: “Mas, devido às circuntâncias de outrora que geraram o Karma, as situações e conjunturas nas quais eu me emaranhei, levam-me, forçam-me a escolher nascer nesta e não naquela família”.

    Cel: e qual teria sido a razão pela qual vc se emaranhou, isto é, q fez q vc obrasse certo ou errado? Vc, conhecendo qual é a escolha errada, assim mesmo a fará?! Ou será a ignorNacia q está por traz de todas as escolhas erradas?

    As ilusões. Quando o Espírito estava desencarnado, ele projetou uma coisa, mas uma vez submerso na carne, se iludiu e aí se emaranhou num mar de ilusões. Sim, concordo que o fez por ignorância, por ignorar as Leis Divinas. Mas então por que, não se ensinaram a ele como se submeter a essas leis a fim de que ele não enveredasse por caminhos que lhe fizessem novamente ter que reencarnar? Por que não ensinaram a ele o "não-ignorar" as Leis Divinas a fim de que ele não viesse colher os frutos dessa ignorância? Boa pergunta não acha?

    Coronel_ escreveu:

    Alex: Com isso, fica em questão se o Espírito exerce mesmo a livre-escolha das provas antes de reencarnar... Sabemos que essas escolhas são determinadas pelas situações/conjunturas que o mundo, outrora, nos levou a criar - esse é o seu argumento certo?


    Cel: certo! E o q são as situações e conjunturas q o mundo levou a criar? São coisas q independem de nossa vontade e escolha; não as escolhemos ou criamos: o mundo nos levou a criar...!! como vc disse.


    Sim, o mundo nos levou a criar, mas quem "paga" somos nós não é? São coisas que independem da nossa vontade, mas por outro lado, as situações dolorosas em que a maioria vive também independem do nosso arbítrio não é mesmo? Decerto aquele que está numa cadeira de rodas não pode acreditar que ele mesmo como Espírito desencarnado escolhera aquela situação; com efeito, aquele que vive sob o guante de mil aflições de ordem moral também não pode acreditar que ele, como Espírito, escolheu aquela situação para ele; e também, aqueles que passam fome e sofrem violência e desrespeito aos seus direitos humanos, outrossim, se recusariam a acreditar que eles mesmos escolhessem tais situações para eles, a pretexto de tais situações se constituírem como um mérito para o Espírito, desde que tenham suportadas as provas resignadamente.

    Porém, o ricasso que esbanja dinheiro ou aqueles que nascem em famílias unidas, que se dão bem na vida, se tornam famosos, ricos, inteligentes e poderosos, esses certamente acreditam que eles mesmos escolheram essas situações, a partir de supostos méritos que teriam advindos de reencarnações passadas. É assim que o espírita pensa: "se estou sofrendo, é porque fui mal na outra vida, e se sou rico, bonito e poderoso, é uma recompensa que Deus me dá nesta vida atual". Em que ficamos??

    Coronel_ escreveu:

    Alex: “Há um fim para essa Roda do Samsara aparentemente infinita?”.

    Cel: [...] Dentro dessa visão de q, sempre q há cérebros a consciencia se manifesta, haverá fim para isso? Q eu saiba, nenhum mestre ou iluminado esclareceu a respeito. Observe, aquele q elimina o ego passa a compreender q o ego é a única causa de todos os problemas e, portanto, o único obstáculo entre nós e Deus. Com isso, nasce-lhe um amor (compaixão) quase insuportável pelo mundo; lembre-se de quantos tentaram ensinar o caminho e só se detiveram qdo a morte chegou ou outro motivo insuperável.

    Assim, como o médico q atende o doente q se acha nas últimas, e não perde tempo com explicações e lhe aplica o remédio necessário, tb o iluminado não perde tempo com explicações dos porquês, pois o q tem importancia é salvar o “doente”.

    Abraços.

    Desse ponto de vista, pouco importa saber se fizemos ou não escolhas antes de reencarnar, mas o que nos cabe, no momento preciso, é unicamente a morte do ego. Assim, não há razões para ficar questionando se escolhemos ou não nascer assim ou assado. E de fato, não deve ser por outro motivo que não lembramos das vidas passadas.

    E foi por isso que Krishnamurti considerou a questão da reencarnação como algo inútil e irrelevante para o auto-conhecimento. De fato, muitos espíritas e espiritualistas se detém nessa questão - como já foi aludida aí para cima: "se nós estamos sofrendo, é porque fizemos o mal em outras vidas, e se estamos "felizes", é porque Deus está nos recompensando do bem que fizemos".

    Acho tudo isso uma tolice, e a questão da reencarnação, para aqueles que querem provar para os outros que existe mesmo, é uma tolice maior ainda.

    Não será desta vez que chegaremos a um consenso. Mas estamos "peneirando" tudo a fim de tornar inteligível esse nosso debate, e, nessa peneiragem, a meu ver, o que restou de significante foi a questão da morte do ego.

    Que as religiões dualistas estão desbancadas, isso, para mim, é fato - embora os seus seguidores continuem a prescrever locais geográficos para a existência de "Deus lá e nós aqui"; "O Reino dos Céus lá, e nós pagando pecados aqui", o que é uma grande tolice evidentemente.

    Até mais.

    Alex


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    Convidado

    RESP A ALEX

    Mensagem  Convidad em Dom Set 04, 2011 1:56 pm


    Amigo Alex, vc escreveu:

    “Você sempre diz que os "bens" e "males" são gerados na "escola da vida", malgrado as escolhas que façamos...”

    Cel: e essas escolhas q fazemos tb são resultantes das experiencias da vida; logo, podemos dizer, são tb geradas pela vida. Afinal, nunca escolhemos, embora pareça q escolhemos; a vida “escolhe” por nós; assim, bens ou males nos vêm da vida e não de nossa vontade ou desejo. Se todas as nossas ações provêm do q a vida nos ensina, nenhuma responsabilidade nos cabe se são más, como nenhum mérito nos cabe se são boas.

    Alex: E, embora você argumente que "não somos culpados pelo que nos acontece de bom ou de mau", sabemos, entretanto, que recai sobre nós mesmos os nossos atos e intenções...”

    Cel: certo, mas só recaem sobre nós enquanto iludidos por Samsara, já q nossas interpretações da vida só neste mundo são equivocadas, pois só aqui existe o ego (q só se desfaz ou pela iluminação ou pela morte cerebral, pois ego não passa de uma defesa psicológica, por nós inconscientemete criada frente ao mundo ameaçador de Samsara)... a iluminação desfaz as ilusões; com a morte cessa a necessidade de defesa.

    Alex: ... ainda que eles sejam realizados de forma "não-intencional", uma vez que o ser humano, mergulhado em Maya age segundo aquilo que considera correto - fazer o bem, retribuir um mal para resguardar a sua dignidade, trabalhar para amealhar bens e enfim, buscar ser "feliz" a qualquer custo.

    Cel: é isso; mais uma vez percebemos q não somos os contrutores de nós mesmos; aí está Maya agindo, nos fazendo crer q isto é correto e q, aquilo, não é; nos levando a fazer aquilo q fazemos; e não somos os produtores de Maya, mas suas vítimas.

    Alex: “Proponho partir para algo prático. "Não somos construtores do nosso destino". Sim, concordo. Todavia, resta uma maneira de exercer o livre-arbítrio:...”.

    Cel: amigo, já vimos q o chamado livre-arbítrio está preso às experiencias adquiridas na vida; se o exercermos, apenas o estamos excercendo de conformidade com o q a vida faz q exerçamos; é como se a vida o exercesse por nós; estaremos apenas escolhendo o q a vida ensinou q escolhêssemos... e não pode ser de outro modo...

    Alex: “... procurar se furtar a todas essas conjunturas que nos fazem "bem" ou "mal", ou como dizia Buda, parar de ir em busca do prazer e em demanda da realização dos desejos. Foi nesse sentido que eu argumentei que temos a escolha de permanecer na Roda do Samsara ou de sair dela.

    Cel: vamos refletir; como iremos parar de ir em busca do prazer e de fugir dos sofrimentos? Simplesmente porq o Buda aconselhou a fazer isso? Veja q o Buda é, tb, integrante desse gigantesco movimento q é a vida; as palavras, os conselhos, os ensinamentos no sentido do bem ou do mal do Buda, do Cristo e de quem mais for, estão em e são esse movimento incessante q tudo faz e movimenta, nos levando (e a tudo o mais) para aquilo a q damos o nome de “bem”, ou para aquilo a q damos o nome de “mal”...

    Alex: “A escola da vida é que nos molda as diversas situações que geram desdita e desventura, ou felicidade e ventura. Mas, uma vez tendo o conhecimento de que tudo é ilusão, já não há aí um ponto de partida para fazer cessar todas as ações humanas, e em conseqüência, todas as suas respectivas reações?

    Cel: certamente; um ponto de partida; e de onde vem esse conhecimento q se resolve num ponto de partida, senão das experiencias da vida? Não vem de nossa livre vontade ou livre escolha, mas da percepção de q nos é conveniente nos libertarmos das ilusões. Assim, qdo iniciamos, vamos dizer, nossa caminhada verdadeira, em busca da luz, e mesmo qdo estamos já caminhando, tudo foi resultante do q o Buda, o Cristo, a vida nos ensinou; mesmo a nossa vontade vem daquilo q a vida nos ensinou, certo? Nossa vontade ou nossa escolha, são a vontade e a escolha que a vida suscita em nós....

    Alex: No texto postado pelo Monstrinho, sobre o rei e o astrólogo, a "moral da estória" parece ser que podemos construir nosso destino a partir da negação do mundo e das suas verdades. Mas só há um destino que é o ligar-se a Deus.

    Cel: nunca construímos nosso destino! E é verdade q a partir de qdo percebemos (pelas experiencias do passado) q temos de fazer algo para nos libertarmos de Samsara, começamos a negar o mundo (nos desencantamos com o mundo) e iniciamos a busca da verdade libertadora; mas, sempre, é a vida, esse inexorável e poderoso movimento, q nos abre os olhos e ensina o q devemos fazer...

    Alex: “Por que então, o ser humano "escolhe" sintonizar-se e identificar-se com Maya? Ou ele não escolhe? É levado a escolher?”

    Cel: ninguém escolhe; como disse Paulo: “É o Senhor q opera em nós...”. O Senhor, a vida, esse mecanismo poderoso e incessante q cria e movimenta subpartículas e conglomerado imensos de galáxias. A identificação com Maya nos é imposta pelas ilusões q o ego nos passa; é fruto da ignorancia, pois quem vê o mundo, não somos nós, espiritos, mas o ego egoísta, suspeito por ser extremamente parcial (sempre em nosso benefício.

    Um abraço.


      Data/hora atual: Sex Ago 01, 2014 8:50 am